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quarta-feira, 18 de março de 2026

Trens de passageiros entre Maranhão e Pará terão internet a bordo

 

Trens de passageiros entre Maranhão e Pará terão internet a bordo

Os trens de passageiros da Estrada de Ferro Carajás, que operam entre o Maranhão e o Pará, terão internet a bordo a partir de julho, num modelo que segue uma fórmula praticada na aviação comercial. O anúncio foi feito pela Vale, que administra a ferrovia, como parte da comemoração dos 40 anos do transporte de passageiros pela Carajás, celebrado nesta terça-feira, 17.

Também foi confirmado pela mineradora que os trens passarão a ser diários no ano que vem entre São Luís e Parauapebas (PA). Atualmente, há três partidas semanais de cada ponta da ferrovia, que em 2025 transportou 419 mil passageiros, depois de obter seu recorde no ano anterior, com 423 mil.

A proposta é que os passageiros tenham acesso a navegação e mensagens com conexão 4G em todo o trecho de quase 900 quilômetros a partir de julho e, caso desejem, poderão adquirir um pacote mais completo, com acesso a streamings, por exemplo.

Quando o projeto teve início, só 14% da ferrovia contava com conectividade, e foram investidos R$ 250 milhões pela mineradora para a instalação de 49 torres em todo o trecho da Carajás, que corta 27 municípios dos dois estados — 23 do Maranhão e 4 do Pará.

O projeto contempla a abertura de sinal das torres, o que deverá beneficiar moradores da zona rural e prédios públicos como escolas e unidades de saúde no entorno da linha férrea.

A ferrovia completou no ano passado 40 anos de sua viagem inaugural, feita em 28 de fevereiro de 1985, mas inicialmente somente para cargas. O transporte de passageiros começou no ano seguinte.

Atualmente, para um passageiro pagar seus pedidos no vagão restaurante, a Vale utiliza a conexão via Starlink, de Elon Musk, já que a maior parte da viagem, que dura 16 horas de ponta a ponta, é feita sem conexão.

O sinal de internet é limitado principalmente ao entorno de cidades que estão entre as mais importantes da rota — São Luís, Santa Inês, Açailândia, Marabá e Parauapebas. No total, há 15 pontos de parada no Pará e no Maranhão.

Importante corredor ferroviário para cargas nas regiões Norte e Nordeste, a ferrovia transporta principalmente minério de ferro, mas tem diversificado suas operações e também vê crescer a presença de grãos e combustíveis em seus vagões. No caso dos passageiros, em alta temporada, o trem chega a transportar 2.000 em cada viagem, o equivalente a 44 ônibus lotados.

terça-feira, 10 de março de 2026

Eneva está com vagas abertas no Maranhão





A Eneva, maior operadora privada de gás natural do Brasil, está com 36 vagas de emprego abertas em diferentes estados do país.

No Maranhão, são cinco vagas ofertadas. Outros estados com oportunidades são: Amazonas, com 4 vagas abertas; Rio de Janeiro (17); Espírito Santo (7), Ceará (1), Bahia (1) e São Paulo (1).

As candidaturas devem ser feitas exclusivamente pela página oficial da Eneva, onde também estão disponíveis mais detalhes sobre as vagas e informações de benefícios oferecidos, requisitos e etapas do processo seletivo.

Acesse o portal de vagas da empresa:
https://eneva.com.br/carreiras/trabalhe-conosco/

No site é possível consultar:Descrição completa das vagas
Requisitos exigidos para cada função
Benefícios oferecidos pela companhia
Etapas do processo seletivo

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Ônibus do sistema urbano voltam a circular em São Luís neste sábado (07)

 

Ônibus do sistema urbano voltam a circular em São Luís neste sábado (07)

Após uma reunião mediada pelo Ministério Público do Maranhão, ficou definido que os ônibus do transporte público urbano de São Luís voltam a circular a partir das meia-noite deste sábado (7).

O encontro reuniu representantes dos rodoviários, das empresas de transporte e da Prefeitura de São Luís e ocorreu na sede das Promotorias de Justiça do Consumidor. No acordo, os sindicatos garantiram o retorno imediato da frota, sem novas paralisações.

Também foi definido que os salários atrasados dos trabalhadores serão pagos integralmente até terça-feira (10). Caso o compromisso não seja cumprido, a categoria poderá retomar a greve na quarta-feira (11).

Paralelamente, o Ministério Público ingressou com uma ação civil pública contra a Prefeitura, empresas e consórcios do sistema. Entre os pedidos, está o aumento do subsídio pago por passageiro, de R$ 1,35 para R$ 2,15.

A paralisação dos rodoviários chegou ao oitavo dia nesta sexta-feira (6), mesmo após decisão do Tribunal Regional do Trabalho determinando o fim da greve. Até então, apenas linhas do sistema semiurbano operavam na Grande Ilha, sem acesso aos terminais de integração.

Justiça endurece com empresas de ônibus

 

Justiça endurece com empresas de ônibus

O Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região decidiu adotar medidas mais rígidas contra as empresas do transporte urbano de São Luís após o não cumprimento do acordo coletivo que previa o encerramento da greve dos rodoviários. A Corte foi comunicada, na manhã desta sexta-feira (6), de que os ônibus não retornaram às ruas e que trabalhadores encontraram garagens fechadas.

Segundo o vice-presidente e corregedor do TRT-MA, desembargador Gerson de Oliveira Costa Filho, o momento atual não é mais de negociação, mas de execução de um acordo já formalizado judicialmente. Diante do descumprimento, o magistrado determinou o bloqueio como forma de assegurar o cumprimento da decisão.

Além disso, foi feita advertência de que novas irregularidades podem levar à desconsideração da personalidade jurídica das empresas, fazendo com que a responsabilidade recaia diretamente sobre os sócios.

A retomada do serviço havia sido anunciada na noite de quinta-feira, dia 5, após reunião realizada no sindicato dos rodoviários e decisão judicial que autorizou o fim da paralisação. Na ocasião, a direção sindical informou que a categoria estava liberada para retornar às atividades.

Mesmo com o anúncio, parte dos motoristas não se apresentou nas garagens nesta sexta-feira, impedindo a saída dos coletivos e prolongando a interrupção do transporte público na capital. Representantes das empresas afirmam que os veículos estavam prontos para operar, mas apontam a ausência de trabalhadores como principal motivo para a continuidade da paralisação.

Com isso, o processo entra em uma nova etapa, com o TRT intensificando as medidas para garantir o cumprimento do acordo e o restabelecimento do transporte coletivo, serviço essencial para a população de São Luís.