segunda-feira, 27 de abril de 2026

Senac vai ofertar mais de 45 mil cursos gratuitos na Semana S




O Senac chega à Semana S 2026 com a oferta de mais de 45 mil vagas em cursos gratuitos em todo o Brasil, reforçando seu papel como uma das principais instituições de educação profissional do país.  A iniciativa vai mobilizar a rede nacional do Senac para ampliar o acesso à formação profissional, com foco em empregabilidade, inclusão produtiva e desenvolvimento econômico.

As capacitações contemplam áreas estratégicas como tecnologia, gastronomia, turismo, saúde e gestão, acompanhando as transformações do mercado de trabalho e as demandas do setor de comércio de bens, serviços e turismo – responsável por cerca de um quarto do PIB brasileiro, segundo dados do Sistema Comércio. São cursos como Monitor de Turismo; Qualidade no Atendimento ao Turista; Camareira (o) em Meios de Hospedagem; Marketing aplicado ao Turismo e Hotelaria; Planejamento, Gestão e Organização de Eventos; Transformação Digital com Inteligência Artificial; Administrador de Redes; Programador web; Analista de Marketing Digital em Mídias Sociais; Instrumentação Cirúrgica; Técnico em Enfermagem; Técnico em Análises Clínicas; e Recepcionista em Serviços de Saúde.

A oferta completa poderá ser consultada nos sites regionais do Senac. Durante a programação, o Senac vai oferecer além de cursos, oficinas práticas, consultoria empresarial e experiências imersivas. As atividades foram estruturadas para proporcionar vivência direta nas áreas de atuação e ampliar o repertório profissional dos participantes, com uma formação acessível e dinâmica.

Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, a Semana S 2026 se consolida como uma vitrine da atuação do Sistema Comércio na promoção do desenvolvimento econômico e social sustentável no país:

“É uma mobilização que congrega o investimento do empresariado e a experiência de quem atua diretamente no atendimento à sociedade, contribuindo para o desenvolvimento e a qualidade de vida. Queremos mostrar como o Senac atua com excelência para ampliar as condições e oportunidades de trabalho, ao mesmo tempo que oferece a quem empreende o acesso a consultorias de gestão qualificadas e sem custo adicional”.

Na primeira edição do evento nacional, em 2025, o Senac realizou cerca de 260 mil atendimentos, dentro de uma mobilização que impactou mais de 1 milhão de pessoas em todo o Brasil. Os resultados evidenciam a capilaridade da instituição e sua capacidade de gerar impacto direto na vida da população.

Para este ano, a expectativa é ampliar esse alcance, com foco na democratização do ensino profissional e na preparação de trabalhadores para novas oportunidades, especialmente em áreas ligadas à inovação e à economia digital.

A atuação do Senac durante a Semana S reforça também o compromisso da instituição com a transformação social, ao oferecer qualificação gratuita e estimular o desenvolvimento de competências essenciais, como pensamento crítico, criatividade e habilidades digitais. Com presença em todas as regiões do país, o Senac atua como agente estratégico na formação de profissionais e no fortalecimento da economia brasileira.

Maio terá bandeira tarifária amarela, informa Aneel




A bandeira tarifária para o mês de maio será amarela, informou nesta sexta-feira (24) a Aneel, Agência Nacional de Energia Elétrica. Com isso, os consumidores passam a pagar um custo adicional de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

A mudança ocorre por causa da redução no volume de chuvas em todo o país, comum no período de transição entre as estações chuvosa e seca. Ou seja, com menos água nos reservatórios, a geração de energia pelas hidrelétricas diminui, o que exige o acionamento de usinas termelétricas, que têm custo mais elevado.

De janeiro a abril deste ano, a bandeira permaneceu verde, por causa das condições favoráveis de geração de energia e ausência de cobrança extra na conta de luz. Agora, com a nova sinalização, o consumidor precisa ficar atento.

Diante da bandeira amarela, a Aneel reforça a importância do uso consciente da eletricidade. A orientação é evitar desperdícios, adotar hábitos de consumo mais eficientes e contribuir para a sustentabilidade do sistema elétrico nacional.

O sistema de bandeiras tarifárias foi desenvolvido em 2015 para dar mais transparência ao setor elétrico, informando ao consumidor, mês a mês, o custo real da geração de energia no Brasil.

Com informações da Agência Nacional

Drones ajudam polícia a localizar carga roubada escondida em plantação




A Polícia Civil recuperou, nesse sábado (25), uma carga roubada de um caminhão pertencente a uma transportadora, na BR-010, na cidade de Açailândia. Segundo as investigações, o motorista do caminhão foi alvo de criminosos na noite de sexta-feira (24) e foi mantido em cárcere privado enquanto os criminosos saquearam a carga. O motorista só foi liberado pela madrugada.

Após diligências e com uso de drones, os policiais conseguiram localizar a carga, avaliada em cerca de R$ 40 mil, em uma área de plantação de eucaliptos, na zona rural de Itinga do Maranhão.

Até o momento, nenhum suspeito foi preso. A Polícia Civil segue com as investigações para identificar e localizar os autores do crime, bem como esclarecer todas as circunstâncias da ação criminosa.

Dino diz que meios para reprimir corrupção na Justiça são insuficientes e defende endurecer punição




                                              Foto: Reprodução


O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino defendeu, em artigo no jornal Correio Braziliense neste domingo (26), penas mais altas para crimes de corrupção, peculato e prevaricação cometidos por integrantes do sistema de Justiça.

No texto, intitulado "Como punir a corrupção na Justiça?", Dino afirma que os atuais mecanismos de controle ético e moral de juízes, procuradores, advogados, defensores, promotores e servidores "têm se mostrado insuficientes" e propõe a revisão do capítulo do Código Penal sobre crimes contra a administração da Justiça.

A proposta apresentada pelo ministro tem três pontos. O primeiro prevê o aumento das penas para peculato, concussão, corrupção passiva, prevaricação, tráfico de influência e corrupção ativa quando os crimes forem cometidos no âmbito do sistema de Justiça.

O segundo trata do afastamento e da perda do cargo. Para Dino, o recebimento da denúncia deveria implicar afastamento imediato de magistrados e membros do Ministério Público, da advocacia pública, da Defensoria Pública e de assessorias. A condenação definitiva geraria a perda automática do cargo, independentemente do tempo de pena.

A mesma lógica, escreve o ministro, deveria valer para advogados: suspensão imediata da inscrição na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) após o recebimento da denúncia e cancelamento definitivo após condenação transitada em julgado. Dino afirma que "não há venda de decisões judiciais se não houver comprador".

O terceiro ponto é a tipificação criminal de ações que visem impedir, embaraçar ou retaliar o andamento de processos e investigações, "independentemente de se tratar de apuração contra o crime organizado".

Dino afirma que a proposta não configura "ilusão punitivista" e diz se tratar de "usar os instrumentos proporcionais à gravidade da situação". O ministro escreve ainda ser "evidentemente reprovável que um conhecedor e guardião da legalidade traia a sua toga ou beca".

O artigo no Correio Braziliense detalha um dos eixos da reforma mais ampla do Judiciário sugerida pelo ministro em texto no site ICL Notícias na segunda-feira (20). O texto é divulgado em meio à crise envolvendo o caso do Banco Master, que atingiu ministros do STF.

O ministro integra um grupo de magistrados -ao lado de Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin- que defende uma reforma abrangente do Judiciário, em contraposição ao presidente da corte, Edson Fachin, que prioriza a aprovação de um código de conduta para os ministros.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Grupo Equatorial reforça combate de furtos de materiais elétricos com a Operação Equi-Cobre



Maranhão está entre os estados com atuação intensificada da ação realizada simultaneamente em toda a área de concessão do Grupo



O Grupo Equatorial realizou, na manhã da quarta-feira (22), a primeira edição de 2026 da Operação Equi-Cobre, uma iniciativa estratégica com foco preventivo, educativo e de fiscalização para combater o furto e a receptação de cabos de cobre e equipamentos elétricos. A ação ocorreu de forma simultânea nos sete estados onde a companhia atua na distribuição de energia: Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Goiás, Amapá e Rio Grande do Sul.

Ao todo, 101 locais foram vistoriados em 22 cidades. No Maranhão, a Fase 1 da Operação Equi-Cobre concentrou esforços em áreas estrategicamente mapeadas pela Segurança Empresarial e forças policiais. Embora a ação não tenha registrado prisões ou apreensões, o balanço foi positivo: alcançamos um alto índice de abordagens com foco educativo. O trabalho priorizou a orientação direta a proprietários e funcionários de estabelecimentos, reafirmando o compromisso da nossa área no combate à receptação de materiais furtados e na fiscalização rigorosa do setor de reciclagem.

A Operação Equi-Cobre visa ainda combater o comércio ilícito de materiais pertencentes à concessionária, fortalecer a atuação conjunta com os órgãos de segurança pública e conscientizar a sociedade sobre os riscos, impactos e prejuízos causados por esse tipo de crime, que compromete diretamente a segurança da população e a continuidade do fornecimento de energia, especialmente no Maranhão, onde esse tipo de ocorrência tem impacto direto na qualidade do serviço prestado à população.

“Essa iniciativa contribui diretamente para a proteção da infraestrutura elétrica, reduz riscos à população e garante a continuidade do fornecimento de energia, reforçando o compromisso do Grupo Equatorial com a segurança, a eficiência operacional e a responsabilidade social”, afirma Johnathan Costa, gerente de Segurança Empresarial do Grupo Equatorial.


A Operação Equi-Cobre foi realizada em parceria com as forças de segurança, aliando ações preventivas, educativas e de fiscalização. A iniciativa contou com o apoio das Polícias Militar e Civil, das Secretarias de Segurança Pública e das Guardas Civis Municipais (GCMs) nos estados participantes, incluindo atuação integrada no Maranhão, com reforço das equipes locais.

Resultados no Maranhão e nos demais estados - Em 2025, a operação recuperou, além de cabos de cobre e alumínio, cerca de 20 transformadores, diversos materiais elétricos e 184 postes desviados. As ações também resultaram em 159 prisões. O Rio Grande do Sul concentrou o maior valor recuperado, com R$ 930,8 mil e 135 postes reinstalados. Goiás registrou o maior volume de cabos recolhidos (36.608 kg) e contabilizou 29 prisões.


O Piauí realizou 53 operações, recuperando 4.485,50 kg de cabos, avaliados em R$ 162,4 mil. O Pará recolheu 6.427,50 kg, somando R$ 72.235,32. No Maranhão, foram registrados 1.525,40 kg de cabos recuperados, totalizando R$ 54,2 mil, reforçando a importância das ações de combate a esse tipo de crime no estado. Alagoas contabilizou 2.420,90 kg, com R$ 24,3 mil em materiais recuperados. No Amapá, não houve recuperação de cabos ao longo do ano, mas foram apreendidos materiais diversos avaliados em R$ 7,5 mil.


 

Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão