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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Maranhão recebe 40 mil doses de vacina contra Covid-19





O Maranhão recebeu 40.806 doses da vacina contra a Covid-19 na nova remessa enviada pelo Ministério da Saúde nesta semana, como parte da distribuição nacional de 2,2 milhões de doses para estados e o Distrito Federal.

Segundo a pasta, com o novo envio, o Brasil já soma 6,3 milhões de doses distribuídas em 2026, garantindo estoque suficiente em todo o país. As vacinas ofertadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas contra as cepas em circulação e seguem recomendadas principalmente para os grupos mais vulneráveis.

A vacinação segue sendo a principal forma de prevenir casos graves, internações e mortes pela doença, e deve ser priorizada pelos seguintes públicos:

• Idosos (60 anos ou mais): duas doses com intervalo de 6 meses
• Gestantes: uma dose a cada gestação
• Crianças (6 meses a menores de 5 anos): esquema com duas ou três doses
• Pessoas imunocomprometidas: esquema com três doses e reforços periódicos
• População geral (5 a 59 anos): uma dose para não vacinados

A estratégia também contempla trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outros grupos prioritários.

A orientação é que a população procure uma unidade de saúde para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Maranhão ultrapassa 14 mil leitos em funcionamento no SUS





O Sistema Único de Saúde (SUS) voltou a registrar crescimento na quantidade de leitos hospitalares no Brasil, superando 360,4 mil leitos em funcionamento. Desde 2023, foram criados mais de 10 mil novos leitos, revertendo a queda observada ao longo da última década.

Destaque para o Maranhão

• No estado do Maranhão, a rede pública também teve ampliação:
• Foram criados 220 novos leitos desde 2023.
• O estado passou a ter 14.688 leitos ativos no total.
• Entre eles, 3.296 são leitos cirúrgicos, utilizados para procedimentos e cirurgias.

Impacto no atendimento

Grande parte dos novos leitos no país (74,9%) foi destinada à área cirúrgica. Esse aumento ajudou o SUS a alcançar recorde de cirurgias eletivas em 2025, com 14,7 milhões de procedimentos, cerca de 42% a mais que em 2022.

A expansão faz parte do programa Agora Tem Especialistas, que busca ampliar consultas, exames e cirurgias no SUS e reduzir o tempo de espera da população.

sexta-feira, 6 de março de 2026

SUS começa a usar novo tratamento contra a malária em crianças

 

SUS começa a usar novo tratamento contra a malária em crianças

O Ministério da Saúde iniciou o novo tratamento contra a malária em crianças menores de 16 anos de idade no Sistema Único de Saúde (SUS) com o uso de tafenoquina na formulação pediátrica de 50 mg, indicada para pesos entre 10 kg e 35 kg.

O público infantil concentra cerca de 50% dos casos da doença no país. Até então, o medicamento era ofertado apenas a jovens e adultos a partir de 16 anos de idade.

A entrega do medicamento está sendo feita de forma gradual, com foco em áreas prioritárias na região Amazônica.

O Brasil tornou-se o primeiro país do mundo a disponibilizar esse tipo de tratamento para crianças.

Inicialmente, serão distribuídos 126.120 comprimidos da tafenoquina pediátrica para ampliar o controle da doença em todo o território nacional.

O ministério esclareceu que o novo medicamento passou a ser indicado para pessoas com malária vivax (Plasmodium vivax), com peso acima de 10 kg, que não estejam grávidas ou em período de amamentação.

O uso do medicamento tem se mostrado eficaz, reduzindo as recaídas e a transmissão da doença.

Até então, o esquema terapêutico disponível exigia tratamento por até 14 dias, o que dificultava a adesão, especialmente entre crianças.

De acordo com o Ministério da Saúde, “a nova apresentação do fármaco será administrada em dose única, o que proporciona mais conforto e praticidade para as famílias e profissionais de saúde, maior adesão à terapia, eliminação completa do parasita e a prevenção de recaídas”

Ainda segundo o ministério, o medicamento “contribui para a interrupção da transmissão da doença, possibilita o ajuste da dose conforme o peso da criança, garantindo maior eficácia do tratamento”.

O ministério investiu R$ 970 mil na compra do medicamento e já recebeu 64.800 doses que serão distribuídos em áreas de maior incidência como os Distritos Sanitários Especiais Indígenas Yanomami, Alto Rio Negro, Rio Tapajós, Manaus, Vale do Javari e Médio Rio Solimões e Afluentes.

Esses territórios concentram cerca de 50% dos casos de malária em crianças e jovens de até 15 anos.

O primeiro a ser contemplado foi o DSEI Yanomami, com 14.550 comprimidos. O território foi a primeira região do país a receber a tafenoquina 150 mg, indicada para pacientes com mais de 16 anos, em 2024.

“A malária é um dos principais desafios de saúde pública na região Amazônica, especialmente em áreas de difícil acesso e territórios indígenas, onde fatores geográficos e sociais ampliam a vulnerabilidade à doença”, reconhece o ministério.

O Ministério da Saúde informou que segue intensificando o monitoramento e o reforço das ações de controle vetorial, a busca ativa e a disponibilização de testes rápidos entre outras estratégias de combate à doença na região.

Entre 2023 e 2025, somente no território Yanomami houve aumento de 103,7% na realização de testes, crescimento de 116,6% no número de diagnósticos e redução de 70% nos óbitos pela doença.

Em relação a todo o país, em 2025 foi registrado o menor número de casos (120.659) desde 1979, com 15% de redução em relação a 2024.

No mesmo período, também houve uma redução de 16% em áreas indígenas de todo o país.

A Amazônia concentra 99% dos casos do país. No ano passado, foram registrados 117.879 casos na região.

Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 3 de março de 2026

SUS promove mutirão com 200 cirurgias bariátricas no MA e mais 9 estados






A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) apoiará um Mutirão Nacional de Cirurgias, que será realizado entre os dias 2 e 15 de março, em alusão ao Dia Mundial de Combate à Obesidade, celebrado em 4 de março. A iniciativa envolverá a realização de 200 procedimentos, em 10 estados, com a participação de 22 hospitais públicos de todo o país que atendem pacientes do SUS. O objetivo é ampliar o acesso ao tratamento cirúrgico para pacientes com obesidade grave, reforçando a conscientização sobre a doença.

O mutirão de cirurgias bariátricas já tem procedimentos confirmados, distribuídos por São Paulo (68), Minas Gerais (41), Espírito Santo (20), Pará (14), Rio de Janeiro (10), Bahia (10), Maranhão (5), Recife (14), Distrito Federal (3), Santa Catarina (3), Mato Grosso do Sul (8), Pernambuco (12) e Tocantins (3).

Serão realizadas cirurgias para pessoas que aguardam na fila e já realizaram todo o processo de pré-operatório, bem como atendimentos para que os pacientes que têm encaminhamento para a cirurgia possam iniciar o seu processo de tratamento com equipe multidisciplinar, cirurgião e endocrinologista.

De acordo com o presidente da SBCBM, Dr Juliano Canavarros, em 2025 menos de 1% dos pacientes com indicação de cirurgia conseguiram realizar o procedimento.

“Em 2025, cerca de 14.115 pacientes conseguiram realizar a cirurgia pelo SUS. Em contrapartida, os dados mais recentes do Ministério da Saúde apontam um crescimento de 118% na obesidade no país. A oferta é muito menor do que a demanda – existem estados em que a fila de espera ultrapassa mil dias e, enquanto isso, os pacientes que aguardam sofrem com o aumento de doenças associadas e a dificuldade de ter uma vida saudável”, afirma o presidente da SBCBM.

Segundo levantamento da SBCBM, entre 2020 e 2024, o Brasil realizou 291.731 mil cirurgias bariátricas, sendo 260.380 cirurgias pelos planos de saúde, de acordo com dados da Agência Nacional de Saúde (ANS) e 31.351 procedimentos pelo SUS. Somente nos últimos dois anos, foram realizadas 25.363 cirurgias pelo SUS, sendo 11.250 cirurgias em 2024 e 14.113 em 2025.

“Nos últimos cinco anos menos de 1% da população com indicação para a cirurgia conseguiu ter acesso ao tratamento. Também chamamos a atenção para a importância da acreditação dos hospitais e cirurgiões bariátricos que realizam o procedimento em todo o Brasil, visando sempre a segurança do paciente”, afirmou o presidente da SBCBM Juliano Canavarros.

Maranhão

Em São Luís, cinco pacientes com obesidade grave e que aguardam na fila serão operados entre os dias 02 e 06 de março, no Hospital Universitário Presidente Dutra/UFMA (MA). A coordenação é dos cirurgiões Roberto Cunha, Gutemberg Araújo e Marcos Machado.

Com informações da Assessoria