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terça-feira, 28 de abril de 2026

Mulheres ganham menos que homens no MA, aponta relatório




Mulheres ainda recebem salários menores que homens no Maranhão, segundo dados do Relatório de Transparência Salarial divulgados nesta segunda-feira (27). A diferença persiste mesmo com o aumento da participação feminina no mercado de trabalho.

De acordo com o levantamento, a remuneração média das mulheres no estado é de R$ 2.771,59, enquanto os homens recebem R$ 3.314,80. Entre as mulheres negras, o valor médio é ainda menor, de R$ 2.555,93.

O estudo também mostra que o Maranhão possui 675 estabelecimentos com 100 ou mais empregados, responsáveis por 242,9 mil vínculos formais. Desse total, 95,2 mil são ocupados por mulheres, sendo a maioria mulheres negras.

Apesar do crescimento na presença feminina no mercado de trabalho, o relatório aponta que a desigualdade salarial ainda é um desafio, refletindo a necessidade de políticas públicas voltadas à equidade de renda.

No estado, apenas 24,5% das empresas possuem políticas de incentivo à contratação de mulheres, incluindo ações voltadas a mulheres negras, com deficiência e vítimas de violência.

Os dados reforçam que, embora haja avanços na inclusão, a diferença de renda entre homens e mulheres ainda permanece significativa no Maranhão.
Tags:Hard NewsMulheres

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Violência que vem muito antes da agressão física




Violência psicológica em relacionamentos é mais difícil de detectar, mas também deixa sequelas.



Quando começou a namorar aos 18 anos, Maria Bela (nome fictício), acreditava estar vivendo uma história de amor. O namorado, nove anos mais velho, era atencioso, aparecia com flores, presentes e surpresas. Com o tempo, porém, o que parecia cuidado foi se transformando em controle.

“Ele era carinhoso, mas aos poucos começou a opinar sobre tudo na minha vida: a roupa que eu usava, as amigas com quem eu saía, os lugares que eu frequentava”, relembra.

Para evitar conflitos, ela começou a ceder às exigências do namorado. Pequenas mudanças foram se acumulando até alterar completamente sua rotina. “Quando ele dizia que uma roupa não era adequada ou que certa amizade não era boa para mim, eu acabava cedendo. Em troca vinham os mimos, os presentinhos, as mensagens dizendo que me amava. Sem perceber, fui deixando de ser quem eu era para não contrariá-lo”, conta.

Hoje, aos 21 anos, após três anos de relacionamento, Marai Bela diz que percebe como sua vida foi sendo gradualmente limitada. As saídas com amigas se tornaram raras e a preocupação com a reação do namorado passou a fazer parte do dia a dia.

“Eu quase não saio mais com minhas amigas e sempre fico com medo da reação dele quando faço algo que ele não gosta. Já ouvi palavras que me machucaram muito e, às vezes, alguns gestos dele me deixam com medo, me fazem sentir pequena e vulnerável. O que mais dói é perceber que fui me afastando de todo mundo para manter esse relacionamento”, desabafa.

Segundo especialistas, histórias como esta revelam como relações abusivas podem começar de forma silenciosa, muitas vezes disfarçadas de cuidado ou ciúme. A psicóloga da Hapvida, Karolayne Oliveira, explica que os primeiros sinais de violência nem sempre envolvem agressão física. “O primeiro sinal de que a mulher está vivendo uma situação de violência, mesmo que não haja agressão física, é quando ela começa a se questionar se o parceiro vai ou não gostar do que ela faça ou deixe de fazer”, explica.

Esse tipo de comportamento pode provocar mudanças profundas na forma como a mulher se relaciona com o mundo ao redor. “Ela começa a evitar sair, falar com amigos, passa a se isolar e começa a questionar os seus próprios comportamentos. Em vez de considerar a sua própria visão de mundo, passa a avaliar se algo é adequado ou não na opinião do companheiro”, afirma.

                               DANOS GRAVES

De acordo com a especialista, a violência psicológica pode provocar danos emocionais tão graves quanto a agressão física. Além do isolamento social, o controle constante pode provocar ansiedade, insegurança e perda da autoestima.



“Não precisa haver agressão física para que um relacionamento seja considerado abusivo. A agressão psicológica afeta tanto quanto a física e acaba gerando esses comportamentos de isolamento”, ressalta.

Os dados mostram que a violência contra a mulher ainda é um desafio no Maranhão. Em 2025, o estado registrou 50 casos de feminicídio, uma redução de cerca de 27% em comparação aos 69 casos contabilizados em 2024, segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA). Mesmo com a queda, os registros de violência continuam elevados. A Ouvidoria Estadual da Mulher contabilizou 2.051 denúncias entre junho e dezembro de 2025. No mesmo período, o Maranhão registrou mais de 26 mil pedidos de medidas protetivas de urgência.

Para especialistas, identificar os sinais iniciais de controle e violência psicológica é essencial para interromper ciclos de abuso antes que eles evoluam para situações ainda mais graves. Nesse contexto, buscar apoio profissional pode ser o ponto essencial para romper o ciclo de violência. “Às vezes, é necessário ter a ajuda de um psicólogo para que essa mulher volte a sustentar suas opiniões e seu ponto de vista, mesmo diante da contrariedade do parceiro”, conclui

                          CANAL DE DENÚNCIA

Para contribuir de forma efetiva no combate a esse tipo de situação, a Hapvida mantém, em parceria com o Instituto Justiça de Saia, por meio do Projeto Justiceiras, o Canal Delas: um sistema sigiloso e seguro para denúncias e acolhimento de vítimas. Desde 2022, o serviço já registrou mais de 360 ocorrências, que resultaram em atendimentos mais aprofundados a pelo menos 111 mulheres em situação de violência.

“Mais do que um canal de denúncia, trata-se de uma rede multidisciplinar que orienta sobre medidas protetivas, registro de ocorrência, acesso a serviços públicos e caminhos para a reconstrução da autonomia e da dignidade dessas mulheres”, afirma Flávio Freire, head de Sustentabilidade e Impacto Social na Hapvida.

A ferramenta, inicialmente voltada às colaboradoras da empresa, foi expandida para as beneficiárias e para o público em geral. “Esse é um tema especialmente relevante para nós, porque somos uma companhia formada majoritariamente por mulheres. Atualmente, cerca de 75% do nosso quadro de colaboradores é composto por mulheres, o que representa mais de 58 mil profissionais que contribuem diariamente para a construção da história da empresa”, ressalta o executivo

sábado, 4 de abril de 2026

Projeto Energia Feminina inicia formação em São Luís com participação de mais de 500 mulheres


Iniciativa do Grupo Equatorial promove capacitação empreendedora, inclusão produtiva e autonomia financeira para mulheres em situação de vulnerabilidade

 

A aula inaugural do Projeto Energia Feminina reuniu, no último sábado (28), em São Luís, mais de 500 mulheres, marcando o início oficial da formação no Maranhão. A iniciativa tem como foco a capacitação empreendedora, a inclusão produtiva e a geração de renda, com atividades previstas ao longo dos próximos nove meses.

A expressiva participação já no primeiro momento evidenciou o interesse pelo projeto, que tem como foco a capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade social. Ao longo da aula inaugural, foram apresentados os principais conteúdos que serão trabalhados durante os nove meses de formação. A programação inclui temas como planejamento de negócios, gestão financeira, marketing e vendas, além de módulos voltados à eficiência energética e à sustentabilidade, aspectos que ampliam as possibilidades de atuação das participantes no mercado.

Também foram detalhadas as etapas do projeto, os locais de realização das atividades e a atuação das equipes responsáveis nos sete estados contemplados. Na primeira fase, 112 mulheres serão selecionadas para participar da formação. Já na etapa seguinte, 52 participantes receberão consultorias individualizadas e capital semente de R$ 2.500 para investir em seus empreendimentos.



O evento contou com a presença de representantes do Instituto Equatorial, do Grupo Equatorial e do Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS), que destacaram a importância do acesso ao conhecimento, da geração de renda e do fortalecimento do protagonismo feminino como ferramentas de transformação social.

A Executiva de Responsabilidade Social, Janaína Ali, avaliou de forma positiva o primeiro contato com as participantes e destacou o engajamento demonstrado. "Tivemos a participação de mais de 500 mulheres, e a receptividade foi muito positiva. Desde o início, deu pra perceber o interesse e a identificação com a proposta. Muitas já chegaram com expectativa de aprender, de melhorar sua renda e de conquistar mais autonomia", afirmou.

Janaína Ali também ressaltou o papel estratégico da aula inaugural no desenvolvimento do projeto. "Esse momento é fundamental para alinhar as expectativas, explicar o caminho que será seguido e fortalecer o vínculo com as participantes, gerando mais confiança e engajamento ao longo da formação", completou. Com o início oficial das atividades, o projeto segue agora para a realização de oficinas, mentorias e práticas orientadas, que ocorrerão ao longo dos próximos meses, com acompanhamento contínuo da equipe técnica.

 



                                            Projeto Energia Feminina

De abrangência nacional, o Energia Feminina é realizado nos sete estados de atuação do Grupo Equatorial, incluindo o Maranhão. Ao todo, 784 mulheres serão capacitadas e 364 receberão apoio direto para estruturar e desenvolver seus negócios. A iniciativa prevê ainda um investimento de R$ 910 mil em empreendimentos liderados por mulheres, priorizando soluções sustentáveis e energeticamente eficientes.

Desenvolvido pelo CIEDS, em parceria com o Instituto Equatorial, o projeto integra a estratégia de investimento social do Grupo Equatorial, reforçando o compromisso com o desenvolvimento social e econômico dos territórios onde atua.


 Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão

 




 

terça-feira, 31 de março de 2026

Relatora do PL da Misoginia, Soraya Thronicke relata ameaças de morte e assédio de parlamentar no Senado




Foto: Reprodução / Podemos


A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora do PL da Misoginia, relatou que já foi alvo de assédio por outro parlamentar dentro do Senado. Sem citar nomes, ela contou neste domingo (29) que um senador já passou a mão em sua perna durante a sessão na Casa Alta do legislativo.

“Já houve momento de parlamentar fazer assim na minha perna, e eu fiquei em estado de choque. Não consegui fazer nada naquele momento. Falei que não era possível aquilo estar acontecendo, no meio de uma sessão, sendo transmitida. Vi o quão frágil nós estamos, como somos educadas para isso”, recordou durante participação em programa do SBT News.

A senadora chegou ao parlamento, em 2019, eleita pelo antigo PSL, em apoio ao ex-governo Jair Bolsonaro (PL) e também à operação Lava Jato. Ela afirma que mudou a forma de encarar a pauta feminista após ganhar experiência na política e ser alvo de ataques e importunações.

“É preciso tomar cuidado com o que ouve, em que bolhas se informa. Cuidado”, afirma.

AMEAÇAS
Após aprovação do PL da Misoginia, que trata de crimes motivados por ódio contra mulheres, a senadora contou que recebeu ameaças de morte na internet e denunciou.

“Não deu dez minutos, recebi uma enxurrada de agressões, ataques misóginos, ameaças de morte, tudo o que imaginarem. Denunciamos, mas não para”, contou.

Em meio à repercussão pela aprovação do PL da Misoginia, Soraya contou que há um ano está parado no Senado um pedido para que propostas sobre violência contra mulheres tenha prioridade na pauta.

“Tenho implorado ao senador Davi Alcolumbre que despache logo esse projeto para que conste no nosso regimento interno a prevalência de tramitação de projetos que tratam de violência contra mulher. Eu gostaria até que eles trancassem a pauta. Mas há resistências na casa”, disse.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Escolas terão conteúdos de prevenção à violência contra a mulher




Os ministérios da Educação e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), a regulamentação da lei que inclui conteúdos de prevenção à violência contra mulheres, crianças e adolescentes nos currículos da educação básica em todo o país.

A medida, baseada na Lei nº 14.164/2021, determina que materiais didáticos abordem direitos humanos e combate à violência de forma adequada a cada nível de ensino.

Durante o evento, realizado em Brasília, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que a proposta busca formar novas gerações com base no respeito, na equidade e na justiça.

Além disso, foi assinado um protocolo para que instituições públicas de ensino superior adotem medidas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero, garantindo acolhimento às vítimas.

A iniciativa também prevê a ampliação do Programa Mulheres Mil, voltado à qualificação profissional e inclusão de mulheres em situação de vulnerabilidade social.

As ações integram o conjunto de medidas do governo federal no combate à violência contra a mulher e na promoção da igualdade de direitos.

Com informações da Agência Brasil

quinta-feira, 19 de março de 2026

Senado aprova tornozeleira eletrônica imediata para agressores de mulheres





O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (18) o Projeto de Lei nº 2.942/2024, que amplia o uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores em casos de violência doméstica e familiar. A proposta altera a Lei Maria da Penha e estabelece a monitoração eletrônica como medida protetiva autônoma, com aplicação imediata em situações de risco.

A proposta, de autoria da Câmara dos Deputados, foi aprovada sem alterações pelo Senado e segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Tornozeleira eletrônica como medida imediata
Pelo texto, a tornozeleira poderá ser aplicada já no primeiro atendimento à vítima, inclusive na delegacia, quando houver risco atual ou iminente à integridade física ou psicológica da mulher ou de seus dependentes. A medida poderá ser determinada tanto por decisão judicial quanto por autoridade policial, especialmente em municípios que não são sede de comarca.

Nesses casos, o juiz deverá ser comunicado em até 24 horas e terá o mesmo prazo para decidir se mantém ou revoga a medida.

Monitoramento em tempo real e alertas
O projeto prevê que o sistema de monitoração eletrônica funcione de forma contínua, com emissão de alertas automáticos. Caso o agressor descumpra o limite de distância estabelecido pela Justiça, a vítima e a polícia serão avisadas imediatamente.

Além disso, a vítima poderá contar com dispositivos ou aplicativos de segurança que permitem acompanhar a movimentação do agressor, ampliando a capacidade de prevenção e resposta rápida.

Punições mais rigorosas
O texto também endurece as penalidades para quem descumprir as medidas protetivas. Se o agressor violar a área de exclusão, retirar ou danificar a tornozeleira sem autorização judicial, a pena poderá ser aumentada de um terço até a metade.

A medida busca garantir maior efetividade às decisões judiciais e reduzir a reincidência em casos de violência doméstica.

Prioridade para casos mais graves
A aplicação da tornozeleira eletrônica terá prioridade em situações consideradas mais graves, como quando já houve descumprimento de medidas protetivas anteriores ou quando for identificado risco iminente à vítima.

Caso a Justiça opte por não aplicar a monitoração nesses casos, a decisão deverá ser obrigatoriamente justificada.

Recursos e políticas públicas
O projeto também trata da destinação de recursos para viabilizar a medida. Pelo menos 6% do Fundo Nacional de Segurança Pública deverão ser aplicados em ações de combate à violência contra a mulher, incluindo a compra e manutenção dos equipamentos de monitoração.

Além disso, o texto prevê campanhas educativas e diretrizes para orientar a atuação das forças de segurança, com foco na prevenção da violência e na proteção das vítimas.

terça-feira, 10 de março de 2026

Mês das Mulheres: segurança com energia faz parte do autocuidado



Equatorial Maranhão orienta sobre o uso seguro de equipamentos elétricos na rotina doméstica e de beleza

 

No mês em que celebramos a força e o protagonismo feminino, falar sobre segurança com energia elétrica também é falar de autocuidado, prevenção e bem-estar. No dia a dia, muitas mulheres utilizam equipamentos eletroeletrônicos tanto na rotina de beleza, quanto nas tarefas domésticas. Pensando nisso, a Equatorial Maranhão reuniu orientações importantes sobre o uso seguro desses equipamentos.


Beleza e segurança: atenção aos aparelhos elétricos

Chapinhas, secadores de cabelo, modeladores e escovas elétricas fazem parte da rotina de beleza de muitas mulheres. No entanto, o uso desses utensílios exige alguns cuidados para evitar acidentes e choques elétricos.

Segundo o Executivo de Segurança da Equatorial Maranhão, Gabriel Vieira, muitos acidentes domésticos podem ser evitados com medidas simples de prevenção. “Estar atento aos cuidados com a energia elétrica pode salvar vidas. Seja no uso de equipamentos de beleza ou de eletrodomésticos, a atenção precisa ser redobrada sempre”, destacou Gabriel.


O Executivo listou algumas orientações essenciais de segurança:

  • Nunca utilize aparelhos elétricos com o corpo ou as mãos molhadas. A água pode conduzir eletricidade e aumenta o risco de choque;
  • Não manuseie aparelhos elétricos ligado estando descalça. Prefira calçados com solado de borracha ou plástico;
  • Evite utilizar secador ou chapinha no banheiro, especialmente próximo ao chuveiro ou à pia;
  • Atenção a equipamentos em mau estado de conservação, pois podem causar choques elétricos e curto-circuitos;
  • Utilize produtos certificados, com selo do Inmetro, que garantem mais segurança;
  • Faça uma breve inspeção no fio do equipamento antes do uso;
  • Desligue o aparelho da tomada após o uso, mesmo que seja por pouco tempo.


Cuidados com eletrodomésticos

Além dos itens de beleza, a atenção com eletrodomésticos também é essencial para manter a casa segura:

  • Mantenha instalações elétricas, plugs, fios e aparelhos em bom estado de conservação;
  • Máquina de lavar roupas: não utilize com os pés descalços ou em áreas molhadas. Sempre desligue o equipamento da tomada antes de manusear o cesto de roupas;
  • Geladeira e micro-ondas: não utilize extensões ou benjamins. Esses aparelhos devem ser ligados diretamente à tomada;
  • Tapetes: não passe fios elétricos por baixo deles, pois isso pode causar aquecimento e incêndios;
  • Celulares: não utilize os aparelhos durante o carregamento, mesmo que por pouco tempo;


Informação é proteção

Pequenas atitudes no dia a dia ajudam a prevenir acidentes e garantem mais tranquilidade dentro de casa. Neste mês de março, a Equatorial Maranhão reforça que segurança também é empoderamento: estar informada é estar protegida.

A Distribuidora orienta ainda que, em caso de acidentes com energia elétrica, a melhor forma de ajudar é desligar o disjuntor ou a chave geral e acionar os serviços de emergência pelo 193 (Corpo de Bombeiros) ou 192 (SAMU). Essas orientações integram o movimento “VC+ Seguro”, campanha da Equatorial Maranhão que leva informação à comunidade e reforça a importância da prevenção e do compromisso com a segurança de todos.


 

 Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão