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segunda-feira, 20 de abril de 2026

Grande São Luís tem 11 pontos de praias impróprios




Um levantamento da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) aponta que 11 dos 22 pontos monitorados nas praias da Grande São Luís estão impróprios para banho. As análises abrangem trechos de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa.

O relatório considera o período de 16 de março a 13 de abril de 2026 e integra o monitoramento semanal de balneabilidade na Ilha do Maranhão.

A classificação leva em conta a presença de bactérias na água. Trechos próprios apresentam níveis seguros para contato humano, enquanto áreas impróprias indicam risco à saúde, com maior probabilidade de contaminação por micro-organismos.

Entre os municípios analisados, São Luís concentra o maior número de pontos impróprios, com seis trechos inadequados para banho.

Trechos próprios para banho

Praia da Ponta d’Areia (ao lado do Espigão)
Praia da Ponta d’Areia (em frente à rampa ao lado do Praia Mar Hotel)
Praia da Ponta d’Areia (em frente à Praça do Sol)
Praia Ponta do Farol (em frente ao Farol e Forte de São Marcos)
Praia de São Marcos (em frente ao posto dos bombeiros)
Praia de São Marcos (prédio verde com heliporto)
Praia do Calhau (próximo à elevatória da CAEMA e Círculo Militar)
Praia do Calhau (descida da Rua Altamira)
Praia do Meio (próximo ao Kacthus Bar)
Praia do Araçagy (em frente ao Bar Rainha)
Praia do Mangue Seco (próximo à Biblioteca do Caranguejo)

Trechos impróprios para banho

Praia de São Marcos (Praça do Pescador)
Praia de São Marcos (praça de alimentação da Litorânea)
Praia do Calhau (Avenida Copacabana/Pousada Suíça)
Praia do Olho d’Água (Rua São Geraldo)
Praia do Olho d’Água (Elevatória Iemanjá II)
Praia do Olho d’Água (casa com pirâmides no teto)
Praia do Meio (Bar Capiau 2)
Praia do Araçagy (rampa principal)
Praia do Araçagy (Bar da Atalaia)
Praia do Olho de Porco (Las Vegas Bar)
Praia do Olho de Porco (foz do igarapé Mangue Seco)

sexta-feira, 20 de março de 2026

Fundo Amazônia vai liberar R$ 53 milhões para regularizar terras no MA





O Maranhão vai receber quase R$ 53 milhões do Fundo Amazônia para ampliar ações de regularização fundiária por meio do Projeto Paz no Campo.

A iniciativa deve alcançar cerca de 40 mil pessoas, com a regularização de 13.250 pequenos imóveis da agricultura familiar e de 20 comunidades quilombolas em 85 municípios da Amazônia Legal no estado. O prazo para execução é de 36 meses, sob coordenação do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma).

O acordo foi firmado durante o 29º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, realizado nesta semana, em São Luís, com a participação de governadores do Maranhão, Mato Grosso e dos sete estados da região Norte.

A expectativa é que a regularização amplie o acesso de famílias rurais a crédito, assistência técnica e políticas públicas, além de contribuir para a redução de conflitos fundiários e o fortalecimento da governança territorial.

Além disso, o Fundo Amazônia também vai apoiar ações de prevenção e combate a queimadas, incentivo à bioeconomia e monitoramento ambiental, incluindo a aquisição de veículos, drones e outros equipamentos tecnológicos.

Criado em 2008, o fundo reúne doações nacionais e internacionais para financiar iniciativas de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, além da promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal. Até o momento, cerca de 140 projetos já foram apoiados, somando aproximadamente R$ 5 bilhões.

Com informações da Radioagência Nacional

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

PF e Ibama combatem exploração ilegal de madeira no Maranhão

 

PF e Ibama combatem exploração ilegal de madeira no Maranhão

A Polícia Federal do Maranhão deflagrou a Operação Logística Reversa no município de Buriticupu com o objetivo de fiscalizar e combater a atuação de madeireiras e serrarias ilegais, coibindo crimes ambientais relacionados à extração e comercialização irregular de madeira.

A operação, realizada ao longo de três dias, contou com o apoio da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), da Funai, do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar.

A operação integra uma estratégia de proteção contra a extração ilegal de madeira em terras indígenas, em áreas próximas ao município de Buriticupu, considerado um dos maiores polos de comercialização de madeira no Maranhão.

Os bens apreendidos foram destinados à SEAP, à Funai e ao Corpo de Bombeiros Militar, conforme procedimentos administrativos do próprio Ibama.

A coordenação regional da Funai informou que a madeira destinada ao órgão retornará aos povos indígenas como benefício coletivo.

Até essa quarta-feira (11/2), o Ibama já lavrou 12 autos de infração, totalizando cerca de R$ 265 mil em multas e contabilizando, aproximadamente, 155 m³ de madeira serrada apreendida.