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sexta-feira, 20 de março de 2026

Operação mira fraude com consignados e prende no MA

 

Operação mira fraude com consignados e prende no MA

Polícia Civil do Maranhão já cumpriu mandados de prisão e busca durante a “Operação Holerite”, deflagrada na manhã desta sexta-feira (20), contra um grupo suspeito de fraudes com empréstimos consignados.

Segundo as investigações, os envolvidos produziam documentos de identidade falsos em nome de servidores públicos estaduais. Com os dados, abriam contas bancárias e contratavam empréstimos de forma fraudulenta. O prejuízo estimado chega a cerca de R$ 710 mil.

Ao todo, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão em São Luís e em municípios do interior do estado.

Durante a operação, um dos investigados também foi preso em flagrante por furto de energia elétrica, após os policiais identificarem uma ligação clandestina na residência alvo da ação.

As equipes apreenderam documentos falsos, celulares, notebooks, impressoras e materiais usados na fabricação dos documentos.

De acordo com o Departamento de Combate ao Crime Organizado, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas, com foco na obtenção de vantagens financeiras ilícitas.

A operação contou com apoio de unidades especializadas da Polícia Civil, incluindo setores de combate a crimes cibernéticos e contra instituições financeiras.

quinta-feira, 5 de março de 2026

PF faz operação contra vazamento ilegal de dados de ministros do STF


PF faz operação contra vazamento ilegal de dados de ministros do STF

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (5) a Operação Dataleaks, para esclarecer a existência de uma base de dados não oficial abastecida com informações pessoais e sensíveis de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em nota, a PF disse que a organização criminosa é “especializada na obtenção, na adulteração, na comercialização e na disseminação ilícita de dados pessoais e sensíveis provenientes de bases governamentais e privadas”.

Ao todo, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva, nos estados de São Paulo, de Tocantins e de Alagoas. As ordens partiram do Supremo Tribunal Federal (STF), onde o ministro Alexandre de Moraes é relator de uma investigação sigilosa sobre o tema.

São investigadas suspeitas da prática dos crimes de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.

Com informações da Agência Brasil

quarta-feira, 4 de março de 2026

Após prisão de Vorcaro, ex-diretores do BC são alvo de busca e apreensão da PF nesta quarta




                                                Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil



O ex-diretor de fiscalização do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana foram alvos da Polícia Federal, nesta quarta-feira (4). A PF realiza uma operação de busca e apreensão na casa de um ex-diretor do BC e de um servidor, apontados como envolvidos nas fraudes registradas no Banco Master.

As medidas contra os ex- diretores chegam após o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, ser preso nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal em São Paulo. A prisão ocorreu no âmbito de uma nova fase da Operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras relacionado à venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master.

Segundo informações da colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, Souza foi responsável por comandar a diretoria de fiscalização do BC de 2019 a 2023. De acordo com a colunista, ele assinou a autorização da compra do Banco Máxima por Daniel Vorcaro, que alterou o nome da entidade financeira para Banco Master.

Conforme a publicação, os dois servidores do BC já haviam sido afastados das funções pelo atual presidente, Gabriel Galípolo. No entanto, a decisão administrativa passou a ser judicial. Santana e Paulo saíram de suas funções após o Banco Central iniciar investigação interna para apurar de forma mais precisa os eventos anteriores e posteriores à liquidação do Banco Master.

As informações indicaram também que funcionários concursados, haviam sido obrigados a pedir afastamento de seus cargos de chefias de departamentos em janeiro. Eles atuavam como chefes do departamento de supervisão bancária e entregaram os cargos.

PF prende Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em nova fase da Operação Compliance Zero




                                                   Foto: Divulgação/Bahia Notícias



O banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi preso nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal em São Paulo.

A prisão ocorreu no âmbito de uma nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras relacionado à venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master.

Segundo as investigações, a operação recebeu esse nome em referência à suposta ausência de controles internos nas instituições envolvidas, o que, de acordo com a Polícia Federal, teria permitido a ocorrência de crimes como gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.

Contra Vorcaro havia um mandado de prisão preventiva. Após ser detido, ele foi encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal na capital paulista, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Cunhado do banqueiro, Fabiano Zettel também é um dos alvos da nova fase da operação. Segundo as informações, um mandado de prisão preventiva foi expedido contra ele, mas ainda não foi localizado pelos agentes.

terça-feira, 3 de março de 2026

Operação Fake Stop mira fake news com IA contra autoridades no MA


ÁUDIO: Operação Fake Stop mira fake news com IA contra autoridades no MA

Operação Fake Stop foi deflagrada na manhã desta terça-feira (03) pela Polícia Civil do Maranhão para cumprir quatro mandados de busca e apreensão nos estados do Tocantins e da Paraíba. A ação investiga a disseminação de fake news produzidas com uso de inteligência artificial contra autoridades públicas maranhenses.

Confira também na matéria em áudio de Humberto Fernandes:

Tocador de áudio

A operação foi coordenada pela Polícia Civil do Maranhão, por meio da 10ª Delegacia Regional de Imperatriz e do Centro de Inteligência, com apoio das polícias civis do Tocantins e da Paraíba. Foram cumpridos três mandados em Palmas (TO) e um em João Pessoa (PB).

Durante as buscas, foram apreendidos celulares e notebooks, que passarão por perícia para identificar a origem, autoria e possível financiamento do material investigado.

De acordo com a apuração, os investigados teriam produzido e divulgado vídeos manipulados digitalmente, com uso de imagens e vozes sintéticas geradas por inteligência artificial, para atribuir declarações falsas a agentes públicos.

Entre os alvos das publicações estavam o governador do Maranhão, Carlos Brandão; o prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral; o ministro dos Esportes, André Fufuca; e o secretário municipal de Saúde de Imperatriz, Flamarion Amaral.

Segundo a polícia, os conteúdos eram impulsionados por meio de serviços de publicidade paga em redes sociais, com segmentação geográfica voltada para a região de Imperatriz, o que indica planejamento e possível motivação político-eleitoral.

As medidas cautelares foram autorizadas pelo juiz Marcos Antônio Oliveira, da 1ª Central das Garantias da Comarca de Imperatriz. As investigações continuam para identificar todos os envolvidos e promover a responsabilização penal dos autores.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

PF e Ibama combatem exploração ilegal de madeira no Maranhão

 

PF e Ibama combatem exploração ilegal de madeira no Maranhão

A Polícia Federal do Maranhão deflagrou a Operação Logística Reversa no município de Buriticupu com o objetivo de fiscalizar e combater a atuação de madeireiras e serrarias ilegais, coibindo crimes ambientais relacionados à extração e comercialização irregular de madeira.

A operação, realizada ao longo de três dias, contou com o apoio da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), da Funai, do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar.

A operação integra uma estratégia de proteção contra a extração ilegal de madeira em terras indígenas, em áreas próximas ao município de Buriticupu, considerado um dos maiores polos de comercialização de madeira no Maranhão.

Os bens apreendidos foram destinados à SEAP, à Funai e ao Corpo de Bombeiros Militar, conforme procedimentos administrativos do próprio Ibama.

A coordenação regional da Funai informou que a madeira destinada ao órgão retornará aos povos indígenas como benefício coletivo.

Até essa quarta-feira (11/2), o Ibama já lavrou 12 autos de infração, totalizando cerca de R$ 265 mil em multas e contabilizando, aproximadamente, 155 m³ de madeira serrada apreendida.