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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Operação “Falso Profeta” prende pastor suspeito de abusar de fiéis no MA





A Polícia Civil do Maranhão prendeu um pastor suspeito de abusar de fiéis, durante a operação “Falso Profeta”, realizada na manhã desta sexta-feira (17), em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís. Contra ele, foi cumprido mandado de prisão, além de busca e apreensão no imóvel onde funcionava uma igreja.

No local, no bairro Recanto do Poeta, a polícia encontrou entre 100 e 150 fiéis vivendo sob a liderança do investigado. O pastor foi localizado em um dos quartos, acompanhado de outro dirigente da instituição.

Segundo as investigações, ele é suspeito dos crimes de estelionato, estupro de vulnerável, posse sexual mediante fraude e associação criminosa.

Durante a operação, os policiais apreenderam celulares, documentos e outros objetos, que devem ajudar no andamento do inquérito.

A investigação está em curso há cerca de dois anos e já identificou entre 5 e 6 vítimas. O caso segue em apuração para localizar outras possíveis vítimas.

terça-feira, 10 de março de 2026





A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, NESTA TERÇA-FEIRA (10), a condenação de oito réus por suposto esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares destinadas ao município de São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís.

Entre os acusados estão dois deputados federais do Maranhão, Josimar Cunha Rodrigues, conhecido como Josimar Maranhãozinho, e Gildenemir de Lima Sousa, o Pastor Gil, ambos do PL (Partido Liberal). Também é réu o ex-deputado federal João Bosco da Costa, o Bosco Costa.

Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República, os três respondem pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa, por supostamente cobrarem propina para liberar emendas parlamentares ao município maranhense.

De acordo com a acusação, outros cinco réus — Thalles Andrade Costa, João Batista Magalhães, Adones Gomes Martins, Abraão Nunes Martins Neto e Antônio José Silva Rocha — teriam exigido do então prefeito de São José de Ribamar, José Eudes Sampaio, 25% do valor de mais de R$ 6,6 milhões em emendas, o equivalente a mais de R$ 1,5 milhão em propina.

Durante o julgamento, o subprocurador-geral da República, Paulo Vasconcelos Jacobina, citou conversas obtidas pela PF (Polícia Federal) indicando que o deputado Pastor Gil teria tentado se reunir com o então prefeito.

Na época, o gestor municipal apresentou notícia-crime, relatando cobranças e intimidações atribuídas ao grupo investigado.

As defesas dos parlamentares contestam as acusações e pedem a anulação de provas obtidas em duas operações da Polícia Federal.