
(Foto: Divulgação/Polícia Civil do Maranhão)Há ainda registros de ocorrências envolvendo outras vítimas, com denúncias de crimes contra a honra, ameaças e até ameaça de morte por aplicativo de mensagens.

(Foto: Divulgação/Polícia Civil do Maranhão)



Entre os dias 23 e 27 de março, a Polícia Civil do Maranhão realizou a operação “Peixe Elétrico” em municípios da Baixada Maranhense, com o objetivo de combater o furto de energia elétrica.
A Polícia Civil destaca que o furto de energia, além de ser crime, representa riscos à população, como choques elétricos, incêndios e falhas no fornecimento, prejudicando serviços essenciais. Denúncias podem ser feitas de forma anônima à Polícia Civil ou à concessionária de energia.

A morte da jovem Lívia Pereira da Silva, de 18 anos, ocorrida na madrugada dessa quinta-feira (26), no bairro Planalto, no município de Itinga do Maranhão, pode estar ligada a gestos associados a uma facção criminosa durante uma transmissão ao vivo em uma rede social.
A jovem Lívia estava na residência com outras duas mulheres quando dois suspeitos chegaram ao local em uma motocicleta, invadiram a casa e efetuou vários disparos. Lívia foi atingida no pescoço e morreu no local. Outra jovem, de 20 anos, foi baleada de raspão no pescoço e no punho.
A terceira mulher não foi ferida. As duas vítimas baleadas chegaram a ser socorridas e levadas ao hospital, mas Lívia não resistiu aos ferimentos.
Segundo a polícia, minutos antes do crime, as três jovens faziam uma live em uma rede social e, durante a transmissão, realizaram sinais com as mãos que seriam característicos de uma organização criminosa. Após a live, elas passaram a receber ameaças por telefone.

Após o crime, a PM intensificou as rondas e o serviço de inteligência iniciou as investigações para identificar os autores dos disparos. As investigações apontaram que os suspeitos seriam dois adolescentes.
Eles foram apreendidos horas depois. Em um dos endereços ligados aos investigados, foram apreendidos um revólver calibre .38, munições, dinheiro, porções de substâncias semelhantes a crack e cocaína, celulares, uma balaclava, roupas que teriam sido usadas no crime e uma motocicleta com registro de roubo/furto no estado do Pará.


A Polícia Civil do Maranhão já cumpriu mandados de prisão e busca durante a “Operação Holerite”, deflagrada na manhã desta sexta-feira (20), contra um grupo suspeito de fraudes com empréstimos consignados.
Segundo as investigações, os envolvidos produziam documentos de identidade falsos em nome de servidores públicos estaduais. Com os dados, abriam contas bancárias e contratavam empréstimos de forma fraudulenta. O prejuízo estimado chega a cerca de R$ 710 mil.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão em São Luís e em municípios do interior do estado.
Durante a operação, um dos investigados também foi preso em flagrante por furto de energia elétrica, após os policiais identificarem uma ligação clandestina na residência alvo da ação.
As equipes apreenderam documentos falsos, celulares, notebooks, impressoras e materiais usados na fabricação dos documentos.
De acordo com o Departamento de Combate ao Crime Organizado, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas, com foco na obtenção de vantagens financeiras ilícitas.
A operação contou com apoio de unidades especializadas da Polícia Civil, incluindo setores de combate a crimes cibernéticos e contra instituições financeiras.


O vice-prefeito de Fortaleza dos Nogueiras, Rui Arruda, foi preso na manhã desta terça-feira (10) durante uma nova fase de uma operação da Polícia Civil do Maranhão que investiga a atuação de uma suposta “milícia digital” responsável por produzir e disseminar fake news no município.
Segundo as investigações, o grupo seria responsável por divulgar conteúdos falsos contra autoridades da cidade, entre elas a prefeita Dra. Fernanda.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o vice-prefeito sendo abordado e revistado por policiais durante a operação.
A Polícia Civil do Maranhão informou que a operação segue em andamento e que novas informações devem ser divulgadas nas próximas horas.

O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, será transferido de São Paulo para a Penitenciária Federal de segurança máxima em Brasília.
A determinação é do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, relator do caso na Corte, e atendeu a um pedido da Polícia Federal.
Vorcaro foi preso em São Paulo na última quarta-feira, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes bilionárias no Banco Master.
Ele está na Penitenciária de Potim, no interior paulista, e a transferência para Brasília deve acontecer ainda nesta sexta-feira (6).
Segundo a Polícia Federal, a permanência de Daniel Vorcaro em um presídio estadual coloca em risco a segurança pública e a própria integridade física do preso.
Para a PF, o banqueiro tem significativa capacidade de articulação e influência sobre diversos atores em diferentes esferas do poder público e do setor privado.
Por isso, a corporação recomenda cautela redobrada diante da possibilidade de o investigado mobilizar redes de influência para interferir, direta ou indiretamente, nas investigações ou em determinações judiciais.
De acordo com a Polícia Federal, a penitenciária em Brasília apresenta estrutura de segurança compatível com a complexidade e a sensibilidade do caso.
Além disso, a unidade reduz riscos e permite monitoramento mais próximo.
Com informações da Agência Brasil




O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de habeas corpus apresentado por investigados na Operação Tântalo, deflagrada pelo Ministério Público do Maranhão no município de Turilândia. Com a decisão, os alvos da ação continuam presos — alguns deles em regime de prisão domiciliar.
A decisão foi proferida pelo ministro Sebastião Reis Júnior, que manteve integralmente as prisões decretadas no âmbito da investigação que apura supostos desvios de recursos públicos no município maranhense.
As ordens de prisão foram expedidas em dezembro de 2025 pela desembargadora Graça Amorim, do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).
O habeas corpus buscava a soltura de Paulo Curió, Eva Curió, Tanya Carla, Hyan Alfredo Mendonça, além dos vereadores Carla Regina Pereira Chagas, Gilmar Carlos Gomes Araújo, Inailce Nogueira Lopes, José Ribamar Sampaio, Josias Froes, Mizael Brito Soares, Nadianne Judith Vieira Reis e Sávio Araújo e Araújo.
Com o indeferimento do pedido no STJ, seguem válidas todas as determinações judiciais impostas pela magistrada do TJMA no âmbito da Operação Tântalo.
Segundo o Ministério Público do Maranhão (MPMA), o esquema de desvio de recursos públicos estimado em R$ 56 milhões no município de Turilândia teria operado entre 2021 e 2025, com fraudes em licitações e contratos públicos. As investigações apontam uso de empresas de fachada, emissão de notas fiscais sem prestação de serviços e divisão de recursos entre agentes públicos e empresários.
Os autos citam indícios de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Há ainda suspeita de que a Câmara Municipal teria sido cooptada para dar sustentação política ao esquema, com repasses a parlamentares e omissão na fiscalização.

Andrew Mountbatten-Windsor, o ex-príncipe e ex-Duque de York Andrew, foi preso em sua residência em Sandringham, Norfolk, na Inglaterra, nesta quinta-feira (19), dia de seu aniversário de 66 anos, em decorrência de investigações do caso Epstein e por suspeita de “má conduta em cargo público”.
De acordo com o comunicado da polícia do Vale do Tâmisa, a prisão ocorreu após uma “avaliação minuciosa” de informações recebidas pelas autoridades, o que levou a uma investigação. A polícia confirmou que diligências estão em andamento em diferentes propriedades associadas ao ex-integrante da família real britânica.
Fotografias de carros policiais descaracterizados e agentes à paisana em Wood Farm, na propriedade de Sandringham, pouco depois das 8h da manhã, foram publicadas nesta quinta. As informações são do jornal britânico The Guardian.
Um comunicado da polícia do Vale do Tâmisa afirmou: “Hoje (19/2) prendemos um homem de 60 anos de Norfolk sob suspeita de má conduta em cargo público e estamos realizando buscas em endereços em Berkshire e Norfolk.
“É importante que protejamos a integridade e a objetividade da nossa investigação enquanto trabalhamos com os nossos parceiros para apurar este alegado crime”, informou o chefe de polícia adjunto Oliver Wright
Andrew completa 66 anos nesta quinta. Até o momento, seus representantes não divulgaram posicionamento sobre a prisão.
Ligação com Epstein
E-mails divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelam que Andrew Mountbatten-Windsor – anteriormente conhecido como príncipe Andrew – compartilhou informações sensíveis e até mesmo sigilosas com Jeffrey Epstein enquanto atuava como representante do comércio do Reino Unido.
A relação do filho da rainha Elizabeth II com o magnata norte-americano, morto em 2019 e que foi acusado e condenado por exploração sexual e tráfico sexual de menores, afastou Andrew da família real e de cargos públicos em seu país.
Nas mensagens trocadas entre o então Duque de York e o empresário e financista americano, Andrew encaminha a Epstein dois relatórios de viagens que o membro da família real inglesa fez a países na Ásia. Os documentos foram feitos por uma secretária de Andrew.

O piloto da companhia aérea Latam, Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos, foi preso temporariamente na manhã desta segunda-feira (9), no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Ele é suspeito de integrar uma “rede criminosa estruturada voltada à exploração sexual de crianças e adolescentes”, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
A prisão se deu no âmbito da Operação Apertem os Cintos, da 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia. O piloto foi preso dentro de uma aeronave, durante os procedimentos de embarque de um voo para o Rio de Janeiro.
A investigação apura os crimes de estupro de vulnerável, estupro, favorecimento da prostituição e da exploração sexual de criança e adolescente, uso de documento falso, produção, armazenamento e compartilhamento de material de pornografia infantojuvenil, perseguição reiterada (stalking), aliciamento de crianças e coação no curso do processo, evidenciando um contexto de extrema gravidade, marcado por abuso de vulnerabilidade, reiteração delitiva e grave violação à dignidade sexual de crianças e adolescentes.
Pelo menos três vítimas menores de idade já foram identificadas – duas com 11 e 12 anos de idade à época dos fatos e uma com 15 anos. Todas teriam sido submetidas a graves situações de abuso e exploração sexual.
Além da prisão do piloto, a operação desta segunda cumpre outro mandado de prisão temporária e oito de busca e apreensão contra quatro investigados em São Paulo e em Guararema, na Grande São Paulo.
Em nota, a Latam informou que abriu apuração interna e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações. “A companhia repudia veementemente qualquer ação criminosa e reforça que segue os mais elevados padrões de segurança e conduta”, diz o texto.
O voo que seria pilotado por Lopes operou normalmente, decolando e pousando no horário previsto.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (5), a Operação Hydra, com o objetivo de desarticular organização criminosa suspeita na prática de fraudes bancárias, falsificação de documentos e obtenção ilícita de valores junto a instituições financeiras, em especial a Caixa Econômica Federal.
Estão sendo cumpridos 17 mandados judiciais, sendo 5 de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, em São Luís (MA) e Teresina (PI).
As investigações tiveram início após abordagem realizada pela Polícia Rodoviária Federal na BR-316, em Teresina, ocasião em que foram identificados indícios de uso de documento de identidade falso, bem como a posse de cartões bancários emitidos em nome de terceiros e materiais comumente utilizados na confecção de documentos falsificados.
A análise do material apreendido possibilitou a identificação de uma estrutura criminosa organizada, com divisão de tarefas entre os investigados.
O grupo atuava na confecção e utilização de documentos falsos, na captação de pessoas para o uso indevido de dados pessoais, na interceptação de correspondências bancárias, além da realização de saques e compras fraudulentas, mediante o emprego de artifícios destinados a dificultar a detecção das fraudes pelas instituições financeiras. O caso segue sendo investigado.