A Ponte Metálica João Luís Ferreira, que liga Timon (MA) a Teresina (PI), será totalmente interditada nesta quarta-feira (29), das 9h às 17h, para a realização de manutenção corretiva.
Durante o período de cerca de 8 horas, o tráfego ficará bloqueado nos dois sentidos. A orientação é que os motoristas programem os deslocamentos com antecedência e utilizem rotas alternativas para evitar transtornos.
Como opções, a população pode utilizar a Ponte José Sarney e a Ponte Nova, que também fazem a ligação entre as duas cidades.
Segundo a Prefeitura de Timon, a intervenção é essencial para garantir a segurança de motoristas, pedestres e ciclistas que utilizam a estrutura diariamente.
Mais de 19,4 mil motoristas maranhenses deixaram de pagar pela renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o que gerou uma economia de R$ 18.347.825, entre 10 de dezembro de 2025 e 19 de março de 2026.
A Medida Provisória nº 1.327/2025, chamada de MP do Bom Condutor, passou a permitir a renovação automática da CNH para motoristas que não cometeram infrações com pontuação nos últimos 12 meses. Com isso, eles não precisam pagar pela renovação nem passar por processos burocráticos.
Em todo o Brasil, mais de 1,65 milhão de pessoas deixaram de pagar pela renovação da CNH no mesmo período, somando uma economia de aproximadamente R$ 1,24 bilhão.
Entre as regiões, o Sudeste teve a maior economia, seguido pelo Nordeste (com destaque para Bahia, Ceará e Pernambuco), depois Sul, Centro-Oeste e Norte.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) solicitou que a Justiça determine um reajuste salarial provisório de 6% para os rodoviários de São Luís a fim de encerrar a greve do transporte público, que começou na última sexta-feira (30).
A greve resultou na paralisação total das frotas urbana e semiurbana, afetando um serviço considerado essencial e impactando diretamente a rotina da população da capital e da região metropolitana. No dissídio, o MPT solicita que a Justiça vá além da análise da legalidade do movimento e decida também sobre salários e benefícios, diante da ausência de acordo entre as partes.
O pedido inclui a fixação provisória de reajuste de 6% tanto para os salários quanto para o vale-alimentação, como medida emergencial para viabilizar o retorno imediato da circulação dos ônibus. O órgão também aponta o descumprimento de decisões judiciais anteriores que determinavam a circulação mínima de 80% da frota durante a paralisação.
Na manifestação apresentada ao tribunal, o MPT reconhece que houve acordo apenas no sistema semiurbano, enquanto o transporte urbano permanece totalmente paralisado. Segundo o órgão, o impasse financeiro decorre da falta de definição sobre subsídios municipais, o que teria inviabilizado avanços nas negociações para as linhas que operam exclusivamente na capital.
O dissídio também faz referência à atuação da Prefeitura de São Luís, apontada como responsável pela gestão do sistema e pela viabilização de recursos para o custeio do transporte. De acordo com o MPT, o município não tem participado de forma efetiva das negociações, apesar de ser o poder concedente do serviço.
Além do reajuste, o órgão pediu a adoção de medidas mais rigorosas para garantir o cumprimento de eventual decisão judicial, incluindo a aplicação de multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento e a possibilidade de uso de força policial para assegurar a circulação dos ônibus. O caso aguarda análise do Tribunal Regional do Trabalho, que poderá decidir sobre os pedidos apresentados.