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segunda-feira, 25 de maio de 2026

TAP amplia voos entre São Luís e Lisboa antes mesmo da estreia das operações


Crédito: AIR PORTUGAL


A companhia aérea TAP Air Portugal anunciou a ampliação da frequência de voos entre São Luís e Lisboa a partir da última semana de março de 2027. O aumento ocorreu antes mesmo do início das operações, previsto para outubro de 2026, devido à alta procura por passagens.

Inicialmente, a rota teria dois voos semanais, mas passará a contar com três frequências por semana a partir de março de 2027.
Como serão os voos da TAP

Os voos sairão de Lisboa, farão escala em São Luís e seguirão para Fortaleza, antes do retorno à Europa. Com isso, Fortaleza também ganhará uma frequência adicional semanal.
Operações entre outubro de 2026 e março de 2027Lisboa → São LuísSaída: 19h05
Chegada: 00h10
Frequência: segundas e quintas
São Luís → FortalezaSaída: 01h40
Chegada: 03h00
Frequência: terças e sextas
Fortaleza → LisboaSaída: 04h30
Chegada: 14h50
Frequência: terças e sextas
Mudanças a partir de março de 2027

A partir de 30 de março de 2027, os voos passarão a operar em novos dias da semana:Lisboa → São LuísSaída: 19h05
Chegada: 23h15
Frequência: terças, quintas e sábados
São Luís → FortalezaSaída: 00h40
Chegada: 02h00
Frequência: quartas, sextas e domingos
Fortaleza → LisboaSaída: 03h30
Chegada: 14h50
Frequência: quartas, sextas e domingos
Avião utilizado na rota

Para a operação entre Lisboa e São Luís, a TAP utilizará aeronaves Airbus A321LR, com capacidade para 171 passageiros, sendo:16 assentos na classe executiva
155 assentos na classe econômica

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Maranhão adere a programa nacional contra facções

Maranhão adere a programa nacional contra facções

O Maranhão participou, nesta terça-feira (12), em Brasília, do lançamento do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, iniciativa do Governo Federal voltada ao enfrentamento das facções criminosas com foco na asfixia financeira, fortalecimento do sistema prisional e integração entre União e estados. O governador Carlos Brandão liderou a comitiva maranhense no evento, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.



Com investimento imediato de R$ 1,6 bilhão ainda em 2026 e previsão de R$ 10 bilhões em linha de crédito para segurança pública, o programa pretende ampliar a capacidade de combate ao crime organizado em todo o país, com recursos para tecnologia, inteligência, reaparelhamento e infraestrutura.

Segundo Carlos Brandão, a iniciativa foi construída em diálogo entre governadores e o Ministério da Justiça, a partir de propostas apresentadas pelos estados para fortalecer a legislação e ampliar a efetividade no combate às organizações criminosas.

Entre os recursos previstos, R$ 388,9 milhões serão destinados a ações de combate financeiro às facções; R$ 330,6 milhões para o sistema prisional; R$ 201 milhões para investigações de homicídios; e R$ 145,2 milhões para enfrentamento ao tráfico de armas.

Brandão destacou que a nova linha de crédito permitirá aos estados ampliar investimentos em estrutura, tecnologia e equipamentos para as forças de segurança. Ele também ressaltou ações já realizadas no Maranhão, como a aquisição de mais de 900 viaturas e a contratação de cerca de 1.500 profissionais da segurança pública.

O delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Augusto Barros, avaliou que o programa fortalece a estratégia já adotada no estado, especialmente no combate financeiro às organizações criminosas. Já o subsecretário de Segurança Pública, Ederson Martins, afirmou que a iniciativa deve ampliar a integração entre as forças policiais e reforçar o aparato tecnológico e de inteligência.



(Foto: Rodrigo Ribeiro)

Durante o lançamento, o presidente Lula defendeu a atuação conjunta entre os entes federativos no combate ao crime organizado. “Se a gente não trabalhar junto, a gente não consegue vencer”, afirmou.

O programa também prevê fortalecimento das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), operações conjuntas mensais, criação de comitês de investigação financeira e investimentos em equipamentos como drones, videomonitoramento, scanners corporais e sistemas de rastreamento de armamentos ilegais.