sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Assaí abre mais de 30 vagas de emprego no Maranhão


Crédito: Reprodução/Internet


O Assaí Atacadista está com mais de 30 vagas de emprego abertas no Maranhão. As oportunidades são destinadas às lojas da rede no estado e abrangem diferentes áreas operacionais. Todas as vagas são elegíveis para pessoas com deficiência (PcD).

Entre os principais cargos disponíveis estão Operador(a) de Loja e Operador(a) de Caixa.

Para participar do processo seletivo, os interessados devem se inscrever diretamente nas vagas disponíveis para a região por meio da página de carreiras do Assaí. Acesse o portal Trabalhe Conosco do Assaí
Requisitos

Para realizar o cadastro, é necessário:Ter mais de 18 anos;
Possuir ensino médio completo;
Ter CPF;
Informar número de telefone;
Possuir endereço de e-mail atualizado.

O processo seletivo contará com etapas presenciais e online. A empresa informa que oferece remuneração e pacote de benefícios compatíveis com o mercado, além de um plano estruturado de carreira, com ações de capacitação e desenvolvimento profissional.

“Muitas pessoas encontram no varejo a oportunidade de iniciar ou transformar suas trajetórias profissionais. Com a abertura de novas vagas no estado do Maranhão, queremos ampliar esse impacto, oferecendo oportunidades para quem busca desenvolvimento, aprendizado e crescimento na carreira”, afirmou Murilo Coelho, diretor regional do Assaí no Maranhão.
Assaí no Maranhão

O Assaí está presente no Maranhão desde 2020 e atualmente conta com quatro lojas no estado. Além de São Luís, a rede também possui unidade em Imperatriz.

Segundo a empresa, a operação no Maranhão é responsável pela geração de mais de 2,4 mil empregos diretos e indiretos.

Na região Nordeste, o Assaí possui 82 lojas, distribuídas pelos nove estados.

Wi-Fi público pode colocar seus dados pessoais e bancários em risco


Crédito: Divulgação


Redes gratuitas em aeroportos, cafeterias e estabelecimentos comerciais podem facilitar o acesso de criminosos a informações pessoais e bancárias. Especialistas alertam que conexões abertas ou mal protegidas aumentam os riscos de roubo de senhas, credenciais e dados financeiros.

Um levantamento da empresa de cibersegurança Kaspersky analisou mais de 84 mil redes Wi-Fi gratuitas em cidades-sede da Copa do Mundo de 2026 e identificou que 17% utilizavam criptografia fraca ou não tinham proteção. Apenas 2,9% adotavam o protocolo WPA3, considerado o padrão mais moderno de segurança.

Um dos principais riscos é o golpe conhecido como “rede gêmea”. Criminosos criam uma conexão falsa com nome semelhante ou idêntico ao da rede oficial de um estabelecimento. Ao se conectar, o usuário pode ter parte do tráfego monitorado ou ser direcionado para páginas falsas para fornecer senhas e outras informações confidenciais.

Segundo Antônio Reis, professor do curso de Ciência da Computação da Estácio, as redes públicas podem expor usuários à interceptação de dados, roubo de credenciais e instalação de vírus e outros tipos de malware.

Por isso, a recomendação é evitar acessar aplicativos bancários, carteiras digitais, plataformas de compras, e-mails pessoais ou corporativos e sistemas com informações confidenciais enquanto estiver conectado a uma rede pública.

Também é importante saber que uma rede protegida por senha não é necessariamente segura. Muitas utilizam uma única senha para todos os clientes e isso não impede que criminosos criem redes falsas praticamente idênticas às originais.
Como navegar com mais segurança

O Wi-Fi público não precisa ser evitado em todas as situações. Para atividades simples, como consultar notícias ou pesquisar informações, a conexão pode ser utilizada, desde que alguns cuidados sejam adotados.

Uma das principais recomendações é utilizar uma VPN (Rede Privada Virtual), tecnologia que cria um canal criptografado entre o dispositivo e a internet, dificultando a interceptação das informações transmitidas.

Também é importante desativar a conexão automática do Wi-Fi, impedindo que o celular se conecte sozinho a redes desconhecidas.

Outras medidas recomendadas são navegar apenas em sites protegidos pelo protocolo HTTPS, manter a autenticação em dois fatores ativada nas contas e desconfiar de redes com nomes muito parecidos com os do estabelecimento.

Mensagens incomuns durante o processo de conexão também devem servir de alerta. O mesmo vale para avisos do navegador sobre certificados de segurança inválidos. Ignorar essas mensagens pode representar um risco para os dados.

A internet gratuita pode economizar alguns megabytes do plano de dados, mas um golpe virtual pode custar muito mais. Por isso, antes de tocar em “Conectar”, é importante avaliar se a economia realmente compensa o risco de expor dinheiro, documentos, senhas e informações pessoais.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Gaeco apura contrato de R$ 1,28 milhão da Câmara de São Luís


Crédito: Reprodução


O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão (MPMA), solicitou, em agosto de 2026, ao Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) a cópia integral dos documentos relacionados a um contrato firmado entre a Câmara Municipal de São Luís e a empresa J. E. Barros Ltda., conhecida como Ilha Produções e Eventos.

A apuração envolve o contrato original e três termos aditivos. Entre os documentos analisados está um aditivo no valor de R$ 1,28 milhão, assinado em 2023, durante a gestão do vereador Paulo Victor na presidência da Câmara Municipal.

O pedido foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, Danilo José de Castro Ferreira, e encaminhado ao presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, Daniel Itapary Brandão. A solicitação busca reunir documentos que permitam comprovar a efetiva prestação dos serviços contratados.

Entre os materiais requisitados pelo Gaeco estão documentos referentes à execução financeira do contrato, como notas de empenho, liquidações, ordens bancárias, comprovantes de pagamento e notas fiscais.

O órgão também solicitou documentos que comprovem a execução dos serviços, incluindo boletins de medição, ordens de serviço e termos de recebimento, além de registros relacionados à fiscalização contratual, como atos de designação dos fiscais e relatórios de acompanhamento.

A medida integra uma análise do Ministério Público do Maranhão sobre a legalidade das prorrogações, dos repasses financeiros e da execução do contrato firmado pela Câmara de São Luís.

Até o momento, as informações apresentadas não indicam conclusão da investigação nem eventual responsabilização dos envolvidos.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Ex-secretário Cutrim é alvo de busca por ordem de Alexandre de Moraes


Crédito: Arquivo/Reprodução


O ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão Raimundo Cutrim foi alvo de mandados de busca e apreensão nesta terça-feira (11), por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Cutrim é apontado como fonte do jornalista Luís Pablo em reportagens que denunciaram suposto uso irregular de veículos oficiais pelo ministro Flávio Dino e familiares no Maranhão.

Segundo o Portal Metrópoles, a operação foi confirmada pela defesa de Cutrim e pelo Supremo Tribunal Federal. A investigação tramita sob sigilo. As diligências foram solicitadas pela Polícia Federal (PF) e autorizadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A operação ocorre meses após Luís Pablo também ser alvo de busca e apreensão, em março, em sua residência, em São Luís. Na ocasião, Moraes autorizou a medida no âmbito da investigação.

Segundo a Polícia Federal, o jornalista passou, em novembro de 2025, a divulgar fotografias e informações sobre o veículo funcional utilizado por Flávio Dino. Ele também publicou que o automóvel, oficialmente pertencente ao Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), estaria sendo utilizado por familiares do ministro.

Flávio Dino negou qualquer uso irregular dos veículos. Em nota, sua assessoria afirmou que um carro blindado foi cedido por solicitação da Secretaria de Segurança do STF, no âmbito de um acordo de cooperação com os tribunais do país.

A defesa de Raimundo Cutrim informou que ainda não teve acesso à íntegra dos autos. O advogado José Berilo de Freitas Leite manifestou preocupação com a exposição de uma pessoa apontada como fonte jornalística e destacou a garantia constitucional do sigilo da fonte.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Grupo planejava explodir Palácio do Planalto e mirava debate do 2º turno


Crédito: Divulgação


Uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) identificou um grupo que planejava, pela internet, atentados contra políticos e prédios públicos em Brasília. Os integrantes não se conheciam pessoalmente e mantinham conversas que eram monitoradas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Nas mensagens, os participantes discutiam a fabricação de explosivos, compartilhavam discursos de ódio e planejavam possíveis ataques. Em uma das conversas, um integrante sugeriu a criação de uma lista com os principais alvos para garantir o que chamou de “sucesso da revolução”.
Grupos no Telegram reuniam centenas de integrantes

As comunicações aconteciam em dois grupos do Telegram. Um deles utilizava uma imagem de Adolf Hitler como foto de perfil e reunia mais de 600 participantes.

Entre os planos discutidos estava a possibilidade de explodir um edifício onde ocorreria um debate entre candidatos do segundo turno das eleições.

Os integrantes considerados mais radicalizados eram direcionados para um segundo grupo, que tinha 46 participantes. Segundo a investigação, nesse espaço eram compartilhadas informações e instruções relacionadas à prática de ataques.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, afirmou que o conteúdo identificado pelas autoridades indicava a preparação de atentados.


“Não eram práticas inocentes. O que estava ali sendo engendrado eram atentados sérios”, afirmou.

O ministro também destacou que manifestações relacionadas ao extremismo e à violência não devem ser minimizadas ou normalizadas.
Investigação aponta planejamento de ataques

Um relatório produzido pelo Ciberlab, laboratório especializado em crimes cibernéticos, apontou que as conversas apresentavam indícios de planejamento de atos violentos com uso de artefatos explosivos.

O documento também identificou conteúdos relacionados à ideologia neonazista, misoginia e incentivo à violência.

O acesso aos grupos era restrito e dependia de links específicos ou de buscas pelos nomes exatos dos canais.
Grupo compartilhava materiais para fabricação de explosivos

As mensagens analisadas pelas autoridades incluíam manuais sobre fabricação de explosivos e coquetéis Molotov.

Os integrantes também discutiam a produção de artefatos explosivos, além de calcular quantidades de materiais e custos necessários para possíveis ataques.

Segundo o Ministério da Justiça, os administradores dos grupos ainda tentavam identificar participantes que estivessem dispostos a cometer assassinatos.
Palácio do Planalto estava entre os possíveis alvos

De acordo com a investigação, um dos principais objetivos do grupo era invadir e explodir prédios públicos, especialmente o Palácio do Planalto.

Os investigadores encontraram referências a mapas de ministérios, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

O delegado responsável pela investigação, identificado como Coelho, afirmou que os integrantes chegaram a compartilhar uma planta baixa do Palácio do Planalto para discutir possíveis formas de entrada e saída do prédio.

Segundo as autoridades, a intenção não seria apenas causar destruição, mas também promover um ato de violência de caráter antidemocrático em Brasília.
Ciberlab produziu 103 relatórios em 2026

O ministro Wellington César Lima e Silva afirmou que a internet concentra uma parcela significativa das ocorrências relacionadas a crimes investigados pelas autoridades.

O Ciberlab, que funciona em uma área de acesso restrito em Brasília, atua na identificação de pessoas que utilizam perfis anônimos para produzir e compartilhar conteúdos de ódio e extremismo.

Somente em 2026, o laboratório produziu 103 relatórios sobre mais de 50 grupos de ódio. Entre os conteúdos identificados estavam mensagens de caráter racista, misógino e homofóbico.
Polícia cumpriu mandados em cinco estados

Na última terça-feira (4), a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em oito cidades de cinco estados.

Os investigados poderão responder por associação criminosa, apologia e distribuição de material nazista e incitação ao crime.

A investigação continua com a análise de computadores e celulares apreendidos durante a operação.

O delegado responsável afirmou que as autoridades pretendem aprofundar a apuração para identificar outros possíveis envolvidos.

O ministro da Justiça e Segurança Pública também alertou para o avanço de grupos extremistas e defendeu atenção permanente ao fenômeno.


“O sentimento do extremismo será sempre contra o pluralismo. E nós todos, democratas, cidadãos, temos que estar vigilantes em relação a isso”, declarou.